Boas Vindas

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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Dia do Soldado



No dia 25 de Agosto de 1803 nasceu LUIS ALVES de LIMA e  SILVA, o duque de Caxias. Ele foi nosso maior soldado, trabalhou pelo Exército e pelo Brasil durante mais de meio século, levando a paz e a segurança a diversos lugares onde havia desordem.
Também foi vitorioso nas guerras contra os estranhos que queriam tomar posse de partes do nosso território.
CAXIAS entrou para a história como o “Pacificador”.Por tudo isso, o nosso herói é o Patrono do Exército e, na data de seu nascimento comemoramos o dia do Soldado.
Nesse dia, homenageamos os soldados de hoje milhares de pessoas, de todos os lugares do nosso País que, diariamente deixam suas casas dirigindo-se aos quartéis onde se preparam para a defesa da nossa Pátria, a manutenção da lei e da ordem e a garantia dos poderes constitucionais herdeiros das tradições deCaxias.

Dia do Folclore

Dia 22 de agosto - Dia do Folclore.

Atividades


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Mídias

MÍDIAS E TECNOLOGIAS DIGITAIS EM ESPAÇOS ESCOLARES -



“Ensinar é orientar, estimular, relacionar, mais que informar. Mas só orienta aquele que conhece, que tem uma boa base teórica e que sabe comunicar-se. O professor vai ter que atualizar-se sem parar, vai precisar abrir-se para as informações que o aluno vai trazer, aprender com o aluno, interagir com ele.”
Esta é uma afirmação de Moran, em sintonia com nossa era – das tecnologias digitais em favor da informação e da construção do conhecimento. Trata-se de uma época que não permite retrocessos, pois se a escola não integrar-se às TICs, assumindo-as como ferramentas imprescindíveis, tão necessárias como quadro e giz para os profissionais absolutamente convencionais, a transformação se dará através da cibercultura.
Percebe-se que os alunos estão construindo suas próprias redes sociais, com pouca ou nenhuma intervenção dos adultos. Nasceram em um contexto digital, alfabetizam-se na escola pelo viés analógico. Mesmo o mais carente dos alunos conhece celular ou computador, ainda que não os tenha. Por conhecê-los, sabe o que deles pode obter e, por isso, os deseja. Obviamente que a pressão do marketing os impulsiona para estes gadgets que não necessariamente são gêneros de primeira necessidade, mas que faz com que se sintam pertencentes ou excluídos de uma determinada “turma”.
De todo modo, a escola não pode furtar-se de oferecer aos alunos uma metodologia sensata, coerente com a realidade, formando-os não apenas como leitores e escritores, mas igualmente como editores, colaboradores e divulgadores, processos palpáveis para todo aquele que trabalha com wikis e blogs, ferramentas de divulgação de ideias por excelência.
Fora dos muros das escolas, os alunos mexem com games, interagem através do MSN, atualizam-se acerca de suas bandas favoritas pelo You Tube, compartilham impressões pelo Orkut ou trocam músicas por bluetooth em seus celulares. Nesta própria sentença pode-se observar o emprego de termos que seguem estranhos para muitos professores, mas que são extremamente familiares à imensa maioria das crianças e adolescentes nos ambientes escolares. Certamente boa parte de nossos alunos por vezes se pergunta: que professor é este que não entende o que eu digo, não sabe o que significa twitar, nem tem ideia a que se referem seus alunos quando comentam que precisam parear os celulares, entre outros exemplos de todos os dias nos espaços pedagógicos.
Acertadamente Moran nos lembra que a interação com outros colegas, a pesquisa simultânea dos mesmos assuntos, e a troca de "resultados, materiais, jornais, vídeos,” decreta que as formas de socialização e aprendizagem nos espaços da escola hoje são completamente distintas. Para o aluno do século XXI, o professor que os encanta não é mais aquele que tem todas as respostas, mas que sabe como buscá-las e que os orienta a fazer o mesmo, a sanar suas próprias dúvidas sem depender exaustivamente de seus professores. A inclusão digital, portanto, deve começar pela figura do professor, o qual não poderá seguir ignorando o potencial do trabalho com as mídias digitais.

Referências:

MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos e BEHRENS, Marilda. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica.16ª ed. Campinas: Papirus,2009, p.12-17

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Atividade 4.7 - Conceito de Currículo

Curriculo: Matérias constante de um curso. ( Dicionário Escolar - Mini Aurélio)

O currículo escolar deve expressar a diversidade cultural existente em nossa sociedade, organizando-se com base nas múltiplas experiências presentes nas diferentes culturas, de tal modo que os alunos possam se reconhecer e valorizar a cultura do grupo social a que pertencem e também entender e respeitar a cultura do outro.

(...) é fundamental que o currículo trabalhe com habilidades que vão além do desenvolvimento cognitivo e envolvam diferentes campos da cultura, garantindo a presença de produções culturais dos mais diferentes grupos sociais e culturais.
O currículo escolar reflete todas as experiências em termos de conhecimento que serão proporcionados aos alunos de um determinado curso. A origem da palavra currículo – currere (do latim) – significa carreira. Assim, o currículo escolar representa a caminhada que a aluna ou o aluno fazem ao longo de seus estudos, implicando tanto conteúdos estudados quanto atividades realizadas sob a tutela escolar.

Um currículo pode ser definido por uma Rede de Ensino (para todas as suas escolas), ou por uma escola em particular. Um currículo também pode ser definido a partir dos livros didáticos que são adotados para cada série escolar ou pode funcionar a partir de algumas diretrizes nacionais.
http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Curr%C3%ADculo_escolar

Fórum - Currículo desenvolvido na ação.

A família e a escola formam uma equipe e é fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.
Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor. 
O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade. 
Existem diversas contribuições que tanto a família quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento pleno respectivamente dos seus filhos e dos seus alunos. 
Dos várias atividades que realizamos na escola, destacamos um por ser o mais recente e por nos ter proporcionado um resultado bastante satisfatório em termos de participação e aprendizagem. foi um trabalho, relativamente, extenso pois exigiu uma ou duas semanas para ser concluído. Devido a esse fato, o dividimos em várias etapas e passos.. 
O que mais despertou a atenção dos alunos foi poderem estar on-line quase que durante todo o Projeto(Exclusão Social) 
Esse Projeto exigiu que a todo momento fosse feito uma retomada pois as perguntas foram surgindo,a medida que as atividades iam sendo colocadas. 
Para iniciar a atividade partimos do pressuposto de que "aprender a ler e a escrever não significa simplesmente aprender a decifrar as palavras, nem apenas representá-las no papel. Significa também aprender a ver melhor o nosso mundo e as palavras que falam dele e que aprender a ler e a escrever pode ser uma forma de compreender melhor a realidade". 
Esse projeto culminou com um texto feito pelos alunos em grupos.

Bem Vindo

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EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA